quinta-feira, 30 de julho de 2009
10 mandamentos para fazer menos com menos
Manifesto propõe que profissionais de tecnologia quebrem paradigmas e deixem de adotar a premissa de "fazer mais com menos".
Por InfoWorld/EUA
27 de julho de 2009 - 17h53
Durante anos, os profissionais de tecnologia da informação têm ouvido que devem fazer mais com menos. As equipes são encolhidas e terceirizadas, ao mesmo tempo em que cresce a demanda por um atendimento melhor e pela adoção de novas tecnologias. A realidade tem sido assim, mas isso não quer dizer que deverá ser sempre dessa forma.
O site da área de tecnologia da informação InfoWorld decidiu fazer um manifesto pela "desaceleração da TI". O veículo norte-americano diz que chegamos a um momento de ruptura e é preciso parar esse ciclo. Não existe mais por "mais", por isso mesmo, daqui para frente, a TI deve aprender a fazer menos com menos. E você já sabe como estabelecer este limite. Faça o negócio escolher suas prioridades, em vez de despejar todas em você e mantenha o foco no que é realmente crítico. Recue quando se deparar com prazos e exigências impraticáveis, sem embasamentos reais que possam trazer benefícios reais para todos no longo prazo.
Em todo o mundo, a desaceleração econômica está sendo usada por executivos para justificar demissões, cortes, fechamentos, atrasos, negociações e toda espécie de triagem. Você pode jogar o mesmo jogo. No fim das contas, você só quer o que é bom para a empresa. E se alguém disser que dói, bem, isso é apenas temporário, certo? Esta é uma emergência! Procure oportunidades na adversidade. Abrace os 10 princípios da "desaceleração da TI":
1- Pare de tentar ser um super herói: Prazos irreais e sobrecarga de trabalho levam à baixa qualidade. Você é solicitado a gerenciar um conjunto de prioridades. Devolva as solicitações a quem elas pertencem. Seja claro em cada requisição relativa a tempo e dinheiro de cada projeto e deixe que o negócio decida suas prioridades.
Novos projetos significam que alguma coisa terá de descer na lista de prioridades e não é o seu trabalho decidir qual delas se moverá. Na realidade, deixando que a empresa tome a decisão, você reduzirá o número de pedidos inúteis. Mas atenção: isso só funcionará se você entregar o que prometer, caso contrário parecerá que você está fugindo do trabalho.
2- Permita que os usuários gerenciem-se sempre que puderem: Muitos usuários podem instalar software em suas máquinas e gerenciar atualizações. A menos que haja regras específicas, permita que eles instalem o iTunes, o Gmail, e coisas do gênero, deixando claro que se houver algum problema, você vai reinstalar a configuração-padrão.
Por outro lado, torne pública a política de segurança para o caso do uso de aparelhos como o iPhone, contas de e-mail pessoal ou outras tecnologias que não sejam o padrão da corporação. Faça com que todos saibam e entendam porque você está agindo dessa forma. Deixe claro que liberdade exige responsabilidade e que você tem trabalho mais crítico a fazer.
3- Elimine o “fazer por fazer”: Revise suas tarefas rotineiras e defina o real valor que elas trazem. É grande a possibilidade de estar gastando mais tempo do que o necessário no monitoramento de riscos pequenos. Pode parece uma heresia, mas é mais eficiente deixar algumas coisas simplesmente acontecerem, consertando problemas ocasionalmente, do que dedicar um grande esforço na prevenção. Dessa forma, é possível reduzir o “fazer por fazer” e entregar às áreas de negócios os benefícios da tecnologia que elas realmente querem.
4- Automatizar tudo o que puder: Mostre para a companhia o quanto economizou em força de trabalho com processos de automatização. Tenha certeza que seus sistemas de monitoramento abrangem tudo, do nível de uso dos roteadores até as linhas de fax. Apenas certifique-se que todos entendem que o piloto automático só funciona quando o céu está limpo.
5- Terceirize os aborrecimentos: Software como serviço e computação em nuvem não são apenas as últimas modas em tendências tecnológicas. Estes conceitos também ajudam a fugir da manutenção e do gerenciamento de servidores, do armazenamento e dos aplicativos. As ferramentas web de escritório do Google (Google Apps) e o Live Workspaces, sistema de compartilhamento online de arquivos da Microsoft e similares são bons substitutos para os repositórios de arquivos departamentais — e essas ferramentas estão disponíveis para qualquer um.
Aplicativos hospedados fora da empresa são um passo maior, mas os mesmos princípios podem ser aplicados. Se está dando suporte a uma grande variedade de sistemas de marketing, vendas, orçamento, cobrança ou projetos para um número tão grande de grupos de trabalho, é hora de racionalizar o ambiente. Comece a desligar servidores e consolide estes aplicativos na nuvem. Os sistemas mais problemáticos e os usuários mais barulhentos devem estar no começo da fila.
6- Concentre-se nas “vacas sagradas”: Procure por qualquer oportunidade de eliminar o que é “legal” em favor do que é realmente importante. É hora de reavaliar valores antigos e matar "vacas sagradas". Aquele sistema legado é realmente uma necessidade ou um luxo que a empresa não pode mais manter? Os usuários realmente precisam de acesso à rede sem fio em todos os cantos do prédio?
A menos que a gerência esteja dentro de uma caverna, ela já começou a reexaminar novos projetos e compras programadas. Agora, é a chance de colocar os custos e os benefícios de ativos existentes no microscópio também — especialmente aqueles que estão causando problemas.
7- Tempo de descanso é tempo de descansar: Não ligue o notebook quando chegar em casa, desligue o telefone celular e deixa os e-mails indesejáveis se acumularem em sua caixa postal no final de semana. A maneira mais rápida de perder a cabeça é não aprender a relaxar. Crie um hobby, aprecie um uísque puro malte. Já existem problemas demais durante a semana de trabalho. Deixe-os fora do seu domingo — a menos que não haja alternativa.
8- Não case com nada: Hardware, software, escritório, casa, roteadores, computadores; não importa: não é porque você consertou uma vez que é obrigado por contrato a fazer para sempre. Na verdade, não deveria ter consertado da primeira vez. Na próxima vez que alguém trouxer o notebook pessoal para você “só dar uma olhada”, peça algo que seja inaceitável. “Bom, você trabalha na contabilidade, não? Se importaria de rever minhas declarações de imposto de renda dos últimos três anos?”. Dê o troco.
9- Mantenha viva a diversão eletrônica: Sim, tudo é urgente, mas não deixe a diversão e a inovação da tecnologia de fora da sua agenda. Mantenha essa diversão como um motivador. Estar atento a inovações tecnológicas vão ajudar a enxergar soluções mais facilmente, à medida que forem aparecendo. Reserve, ao menos, uma hora por dia para ler sites de tecnologia. Não fique preso ao trabalho.
10- Faça a empresa ouvi-lo: Todo mundo está cansado de ouvir que a área de tecnologia precisa entender de negócios. Bom, a área de negócios precisa entender de tecnologia também. Procure se relacionar com o pessoal de negócios para que conheça suas necessidades, e vice-versa. Quando descobrir que eles não são sanguessugas, e eles descobrirem que você não é um marciano, você vai criar um relacionamento verdadeiro que é crucial durante tempos difíceis.
Por InfoWorld/EUA
27 de julho de 2009 - 17h53
Durante anos, os profissionais de tecnologia da informação têm ouvido que devem fazer mais com menos. As equipes são encolhidas e terceirizadas, ao mesmo tempo em que cresce a demanda por um atendimento melhor e pela adoção de novas tecnologias. A realidade tem sido assim, mas isso não quer dizer que deverá ser sempre dessa forma.
O site da área de tecnologia da informação InfoWorld decidiu fazer um manifesto pela "desaceleração da TI". O veículo norte-americano diz que chegamos a um momento de ruptura e é preciso parar esse ciclo. Não existe mais por "mais", por isso mesmo, daqui para frente, a TI deve aprender a fazer menos com menos. E você já sabe como estabelecer este limite. Faça o negócio escolher suas prioridades, em vez de despejar todas em você e mantenha o foco no que é realmente crítico. Recue quando se deparar com prazos e exigências impraticáveis, sem embasamentos reais que possam trazer benefícios reais para todos no longo prazo.
Em todo o mundo, a desaceleração econômica está sendo usada por executivos para justificar demissões, cortes, fechamentos, atrasos, negociações e toda espécie de triagem. Você pode jogar o mesmo jogo. No fim das contas, você só quer o que é bom para a empresa. E se alguém disser que dói, bem, isso é apenas temporário, certo? Esta é uma emergência! Procure oportunidades na adversidade. Abrace os 10 princípios da "desaceleração da TI":
1- Pare de tentar ser um super herói: Prazos irreais e sobrecarga de trabalho levam à baixa qualidade. Você é solicitado a gerenciar um conjunto de prioridades. Devolva as solicitações a quem elas pertencem. Seja claro em cada requisição relativa a tempo e dinheiro de cada projeto e deixe que o negócio decida suas prioridades.
Novos projetos significam que alguma coisa terá de descer na lista de prioridades e não é o seu trabalho decidir qual delas se moverá. Na realidade, deixando que a empresa tome a decisão, você reduzirá o número de pedidos inúteis. Mas atenção: isso só funcionará se você entregar o que prometer, caso contrário parecerá que você está fugindo do trabalho.
2- Permita que os usuários gerenciem-se sempre que puderem: Muitos usuários podem instalar software em suas máquinas e gerenciar atualizações. A menos que haja regras específicas, permita que eles instalem o iTunes, o Gmail, e coisas do gênero, deixando claro que se houver algum problema, você vai reinstalar a configuração-padrão.
Por outro lado, torne pública a política de segurança para o caso do uso de aparelhos como o iPhone, contas de e-mail pessoal ou outras tecnologias que não sejam o padrão da corporação. Faça com que todos saibam e entendam porque você está agindo dessa forma. Deixe claro que liberdade exige responsabilidade e que você tem trabalho mais crítico a fazer.
3- Elimine o “fazer por fazer”: Revise suas tarefas rotineiras e defina o real valor que elas trazem. É grande a possibilidade de estar gastando mais tempo do que o necessário no monitoramento de riscos pequenos. Pode parece uma heresia, mas é mais eficiente deixar algumas coisas simplesmente acontecerem, consertando problemas ocasionalmente, do que dedicar um grande esforço na prevenção. Dessa forma, é possível reduzir o “fazer por fazer” e entregar às áreas de negócios os benefícios da tecnologia que elas realmente querem.
4- Automatizar tudo o que puder: Mostre para a companhia o quanto economizou em força de trabalho com processos de automatização. Tenha certeza que seus sistemas de monitoramento abrangem tudo, do nível de uso dos roteadores até as linhas de fax. Apenas certifique-se que todos entendem que o piloto automático só funciona quando o céu está limpo.
5- Terceirize os aborrecimentos: Software como serviço e computação em nuvem não são apenas as últimas modas em tendências tecnológicas. Estes conceitos também ajudam a fugir da manutenção e do gerenciamento de servidores, do armazenamento e dos aplicativos. As ferramentas web de escritório do Google (Google Apps) e o Live Workspaces, sistema de compartilhamento online de arquivos da Microsoft e similares são bons substitutos para os repositórios de arquivos departamentais — e essas ferramentas estão disponíveis para qualquer um.
Aplicativos hospedados fora da empresa são um passo maior, mas os mesmos princípios podem ser aplicados. Se está dando suporte a uma grande variedade de sistemas de marketing, vendas, orçamento, cobrança ou projetos para um número tão grande de grupos de trabalho, é hora de racionalizar o ambiente. Comece a desligar servidores e consolide estes aplicativos na nuvem. Os sistemas mais problemáticos e os usuários mais barulhentos devem estar no começo da fila.
6- Concentre-se nas “vacas sagradas”: Procure por qualquer oportunidade de eliminar o que é “legal” em favor do que é realmente importante. É hora de reavaliar valores antigos e matar "vacas sagradas". Aquele sistema legado é realmente uma necessidade ou um luxo que a empresa não pode mais manter? Os usuários realmente precisam de acesso à rede sem fio em todos os cantos do prédio?
A menos que a gerência esteja dentro de uma caverna, ela já começou a reexaminar novos projetos e compras programadas. Agora, é a chance de colocar os custos e os benefícios de ativos existentes no microscópio também — especialmente aqueles que estão causando problemas.
7- Tempo de descanso é tempo de descansar: Não ligue o notebook quando chegar em casa, desligue o telefone celular e deixa os e-mails indesejáveis se acumularem em sua caixa postal no final de semana. A maneira mais rápida de perder a cabeça é não aprender a relaxar. Crie um hobby, aprecie um uísque puro malte. Já existem problemas demais durante a semana de trabalho. Deixe-os fora do seu domingo — a menos que não haja alternativa.
8- Não case com nada: Hardware, software, escritório, casa, roteadores, computadores; não importa: não é porque você consertou uma vez que é obrigado por contrato a fazer para sempre. Na verdade, não deveria ter consertado da primeira vez. Na próxima vez que alguém trouxer o notebook pessoal para você “só dar uma olhada”, peça algo que seja inaceitável. “Bom, você trabalha na contabilidade, não? Se importaria de rever minhas declarações de imposto de renda dos últimos três anos?”. Dê o troco.
9- Mantenha viva a diversão eletrônica: Sim, tudo é urgente, mas não deixe a diversão e a inovação da tecnologia de fora da sua agenda. Mantenha essa diversão como um motivador. Estar atento a inovações tecnológicas vão ajudar a enxergar soluções mais facilmente, à medida que forem aparecendo. Reserve, ao menos, uma hora por dia para ler sites de tecnologia. Não fique preso ao trabalho.
10- Faça a empresa ouvi-lo: Todo mundo está cansado de ouvir que a área de tecnologia precisa entender de negócios. Bom, a área de negócios precisa entender de tecnologia também. Procure se relacionar com o pessoal de negócios para que conheça suas necessidades, e vice-versa. Quando descobrir que eles não são sanguessugas, e eles descobrirem que você não é um marciano, você vai criar um relacionamento verdadeiro que é crucial durante tempos difíceis.
Mercado de software livre movimentará US$ 8,1 bi até 2013
quarta-feira, 29 de julho de 2009, 16h31 - TI Inside
A receita da indústria de software de código aberto tem crescido a taxas anuais cada vez mais elevadas e a expectativa é que o ritmo continue acelerado. Os investimentos mundiais em software open source devem atingir US$ 8,1 bilhões até 2013, com taxa de crescimento anual composto de 22,4%, segundo a IDC.
A nova projeção é superior à realizada pela consultoria no ano passado e para ela isso decorre principalmente do fato de a recessão econômica ter estimulado as empresas a adotarem programas de código aberto desde o fim do ano até o momento.
Michael Fauscette, vice-presidente de pesquisa da IDC, acredita que a crise estabeleceu um cenário importante para que os software abertos caminhassem para uma posição cada vez mais essencial nas empresas. Segundo ele, com a consolidação do mercado de software "tradicional", é primordial para os fornecedores de programas de código aberto conquistar o maior número de clientes possível.
O estudo constatou ainda que, com o crescimento da adoção de modelo de software como serviço (SaaS), as vendas mistas, ou seja, tanto de software de código aberto quanto proprietário, serão o principal modelo comercial para os próximos anos. Segundo a IDC, empresas do setor como IBM, Oracle, Sun, Dell e HP estão obtendo um grande retorno com software de código aberto.
A receita da indústria de software de código aberto tem crescido a taxas anuais cada vez mais elevadas e a expectativa é que o ritmo continue acelerado. Os investimentos mundiais em software open source devem atingir US$ 8,1 bilhões até 2013, com taxa de crescimento anual composto de 22,4%, segundo a IDC.
A nova projeção é superior à realizada pela consultoria no ano passado e para ela isso decorre principalmente do fato de a recessão econômica ter estimulado as empresas a adotarem programas de código aberto desde o fim do ano até o momento.
Michael Fauscette, vice-presidente de pesquisa da IDC, acredita que a crise estabeleceu um cenário importante para que os software abertos caminhassem para uma posição cada vez mais essencial nas empresas. Segundo ele, com a consolidação do mercado de software "tradicional", é primordial para os fornecedores de programas de código aberto conquistar o maior número de clientes possível.
O estudo constatou ainda que, com o crescimento da adoção de modelo de software como serviço (SaaS), as vendas mistas, ou seja, tanto de software de código aberto quanto proprietário, serão o principal modelo comercial para os próximos anos. Segundo a IDC, empresas do setor como IBM, Oracle, Sun, Dell e HP estão obtendo um grande retorno com software de código aberto.
Conexões de banda larga móvel superarão as fixas no Brasil até 2011
quarta-feira, 29 de julho de 2009, 10h54 - TI Inside
O número de conexões de internet em banda larga móvel ultrapassarão o de fixas no Brasil até 2011, quando atingirão 28 milhões de usuários por meio de cartões de dados (cartões PCMCIA e modems USB), contra 1,5 milhão registrado no ano passado, o que representa uma taxa de crescimento composto anual (CAGR, na sigla em inglês) de 62%, segundo dados da Pyramid Research.
De acordo com a consultoria, os modems USB são os principais impulsionadores da adoção da banda larga móvel no país e se tornarão uma grande alternativa à banda larga fixa.
Nesse cenário, o analista da Pyramid e autor do estudo, Fernando Faria, aponta que as operadoras nacionais deverão estar preparadas para um forte e sustentado crescimento desse serviço nos próximos anos, com ofertas agressivas e interessantes para os consumidores.
Segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o número de conexões em banda larga móvel atingiram em maio 4,3 milhões, respondendo por 30% do mercado total de banda larga.
Para a Pyramid, o valor da banda larga móvel é incontestável. Ela aponta que os cartões de dados oferecem uma maneira fácil de conexão em uma variedade de locais e com velocidades expressivas. O estudo cita ainda que, apesar de os serviços móveis de internet em alta velocidade serem mais caros que os das fixas, com a maior aceitação dos modems USB pelos consumdiores e o aumento dos números de clientes, se tornará viável para as operadoras reduzirem os preços do serviço.
O número de conexões de internet em banda larga móvel ultrapassarão o de fixas no Brasil até 2011, quando atingirão 28 milhões de usuários por meio de cartões de dados (cartões PCMCIA e modems USB), contra 1,5 milhão registrado no ano passado, o que representa uma taxa de crescimento composto anual (CAGR, na sigla em inglês) de 62%, segundo dados da Pyramid Research.
De acordo com a consultoria, os modems USB são os principais impulsionadores da adoção da banda larga móvel no país e se tornarão uma grande alternativa à banda larga fixa.
Nesse cenário, o analista da Pyramid e autor do estudo, Fernando Faria, aponta que as operadoras nacionais deverão estar preparadas para um forte e sustentado crescimento desse serviço nos próximos anos, com ofertas agressivas e interessantes para os consumidores.
Segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o número de conexões em banda larga móvel atingiram em maio 4,3 milhões, respondendo por 30% do mercado total de banda larga.
Para a Pyramid, o valor da banda larga móvel é incontestável. Ela aponta que os cartões de dados oferecem uma maneira fácil de conexão em uma variedade de locais e com velocidades expressivas. O estudo cita ainda que, apesar de os serviços móveis de internet em alta velocidade serem mais caros que os das fixas, com a maior aceitação dos modems USB pelos consumdiores e o aumento dos números de clientes, se tornará viável para as operadoras reduzirem os preços do serviço.
Implantação de carimbo do tempo está na fase final
Mecanismo estabelece dia e horário exatos em que determinado documento eletrônico foi assinado por meio de certificação digital.
Por Rodrigo Afonso, da COMPUTERWORLD
30 de julho de 2009 - 08h00
O mecanismo que estabelece o dia e o horário exatos em que determinado documento eletrônico foi assinado por meio de certificação digital, denominado carimbo do tempo, está em fase final de desenvolvimento. A previsão é de que já seja implantado a partir de 2010.
No entanto, o carimbo do tempo não vai ser, necessariamente, uma obrigação para quem faz uso dos certificados. Segundo o presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), Renato Martini, a datação eletrônica tem como objetivo assegurar o momento exato em que o documento foi enviado.
Um dos setores que mais vai se beneficiar desse recurso é o judiciário. Documentos que determinam a pena de um condenado à prisão, por exemplo, poderão ser assinados digitalmente e beneficiados com o carimbo do tempo, permitindo que os juízes possam avaliar o cumprimento da pena com um documento confiável.
O sistema bancário e as seguradoras também terão vantagens. O carimbo do tempo permitirá a assinatura de contratos a distância, com valor legal e garantia do horário exato em que foram acertados.
“Toda a parte normativa e as regras básicas para a implantação da datação eletrônica já estão definidas”, diz Martini. No momento, o instituto estuda especificações para abrir licitações para a aquisição de relógio atômico e o restante da infraestrutura necessária para viabilizar o fornecimento do carimbo.
A compra do hardware e as ferramentas para sincronismo com o horário do observatório nacional leva em conta também as tecnologias das companhias que desenvolveram sistemas para o método de datação.
Uma dessas organizações é a Bry Certificação Digital, que já dedicou oito anos de estudos a sistemas e equipamentos para o setor de certificação digital, visando garantir o caráter de tempestividade aos documentos. A empresa catarinense desenvolveu a tecnologia necessária para a implantação de uma Autoridade de Carimbo de Tempo (ACT), prevista na normalização da Infraestrutura de Chaves Pública Brasileira (ICP-Brasil).
O País tem mais uma tecnologia homologada para a implantação do carimbo do tempo, da companhia de origem inglesa NCipher, que foi adquirida recentemente pela empresa francesa de segurança da informação Thales.
Para Martini, a tecnologia brasileira tem qualidade superior, graças à experiência do País no desenvolvimento de certificações digitais e sistemas de segurança. “Prova disso são os métodos eletrônicos de emissão de nota fiscal, prontuário médico, entre outros”, diz.
Por Rodrigo Afonso, da COMPUTERWORLD
30 de julho de 2009 - 08h00
O mecanismo que estabelece o dia e o horário exatos em que determinado documento eletrônico foi assinado por meio de certificação digital, denominado carimbo do tempo, está em fase final de desenvolvimento. A previsão é de que já seja implantado a partir de 2010.
No entanto, o carimbo do tempo não vai ser, necessariamente, uma obrigação para quem faz uso dos certificados. Segundo o presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), Renato Martini, a datação eletrônica tem como objetivo assegurar o momento exato em que o documento foi enviado.
Um dos setores que mais vai se beneficiar desse recurso é o judiciário. Documentos que determinam a pena de um condenado à prisão, por exemplo, poderão ser assinados digitalmente e beneficiados com o carimbo do tempo, permitindo que os juízes possam avaliar o cumprimento da pena com um documento confiável.
O sistema bancário e as seguradoras também terão vantagens. O carimbo do tempo permitirá a assinatura de contratos a distância, com valor legal e garantia do horário exato em que foram acertados.
“Toda a parte normativa e as regras básicas para a implantação da datação eletrônica já estão definidas”, diz Martini. No momento, o instituto estuda especificações para abrir licitações para a aquisição de relógio atômico e o restante da infraestrutura necessária para viabilizar o fornecimento do carimbo.
A compra do hardware e as ferramentas para sincronismo com o horário do observatório nacional leva em conta também as tecnologias das companhias que desenvolveram sistemas para o método de datação.
Uma dessas organizações é a Bry Certificação Digital, que já dedicou oito anos de estudos a sistemas e equipamentos para o setor de certificação digital, visando garantir o caráter de tempestividade aos documentos. A empresa catarinense desenvolveu a tecnologia necessária para a implantação de uma Autoridade de Carimbo de Tempo (ACT), prevista na normalização da Infraestrutura de Chaves Pública Brasileira (ICP-Brasil).
O País tem mais uma tecnologia homologada para a implantação do carimbo do tempo, da companhia de origem inglesa NCipher, que foi adquirida recentemente pela empresa francesa de segurança da informação Thales.
Para Martini, a tecnologia brasileira tem qualidade superior, graças à experiência do País no desenvolvimento de certificações digitais e sistemas de segurança. “Prova disso são os métodos eletrônicos de emissão de nota fiscal, prontuário médico, entre outros”, diz.
Microsoft e Yahoo selam parceria para buscas online
Yahoo utilizará Bing como buscador oficial e terá, como contrapartida, o direito de vender anúncios relacionados.
Por IDG News Service
29 de julho de 2009 - 11h08
A Microsoft e o Yahoo assinaram um acordo em publicidade online nesta quarta-feira (29/7). O anúncio, feito nos Estados Unidos, aponta que o mecanismo de busca Bing irá fazer parte do Yahoo, enquanto este venderá serviços de anúncios nos buscadores de ambas as empresas.
O acordo levou cerca de um ano e meio até ser concluído, e começou com uma oferta não solicitada da desenvolvedora norte-americana de softwares Microsoft para comprar a empresa de internet Yahoo em fevereiro de 2008 por 47,5 bilhões de dólares.
O jornal The Wall Street Journal aponta que a parceria é de dez anos, e o acordo deve ser finalizado em 2010. A ideia é aumentar o poder de busca das empresas, que se unem contra o gigante rival Google, líder no mercado de publicidade online com base em buscas.
As empresas irão manter equipes de venda e negócios de anúncios separados. A Microsoft pagará o Yahoo por um acordo de compartilhamento de receita do tráfego gerado na sua rede de sites próprios e afiliados. A empresa pagará ao Yahoo, inicialmente, 88% da receita de venda gerada nos sites do Yahoo - e também os operados por ele - durante os primeiros cinco anos do acordo.
Segundo as empresas, as ações e forças de suas equipes voltadas aos buscadores irão acelerar inovações e torná-las mais competitivas no mercado de buscas.
Por IDG News Service
29 de julho de 2009 - 11h08
A Microsoft e o Yahoo assinaram um acordo em publicidade online nesta quarta-feira (29/7). O anúncio, feito nos Estados Unidos, aponta que o mecanismo de busca Bing irá fazer parte do Yahoo, enquanto este venderá serviços de anúncios nos buscadores de ambas as empresas.
O acordo levou cerca de um ano e meio até ser concluído, e começou com uma oferta não solicitada da desenvolvedora norte-americana de softwares Microsoft para comprar a empresa de internet Yahoo em fevereiro de 2008 por 47,5 bilhões de dólares.
O jornal The Wall Street Journal aponta que a parceria é de dez anos, e o acordo deve ser finalizado em 2010. A ideia é aumentar o poder de busca das empresas, que se unem contra o gigante rival Google, líder no mercado de publicidade online com base em buscas.
As empresas irão manter equipes de venda e negócios de anúncios separados. A Microsoft pagará o Yahoo por um acordo de compartilhamento de receita do tráfego gerado na sua rede de sites próprios e afiliados. A empresa pagará ao Yahoo, inicialmente, 88% da receita de venda gerada nos sites do Yahoo - e também os operados por ele - durante os primeiros cinco anos do acordo.
Segundo as empresas, as ações e forças de suas equipes voltadas aos buscadores irão acelerar inovações e torná-las mais competitivas no mercado de buscas.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Microsoft divulga preços do Windows Azure
Plataforma de computação em nuvem da companhia poderá ser paga conforme o uso, por meio de assinatura ou em um modelo que permite a integração do produto com outros contratos já firmados com a empresa.
Por IDG News Service/EUA
14 de julho de 2009 - 14h51
A Microsoft divulgou, durante conferência com desenvolvedores realizada nos Estados Unidos nesta terça-feira (14/7), os preços e mais detalhes sobre como vai vender o Windows Azure, plataforma voltada para infraestruturas de computação em nuvem que será lançada em Novembro.
Serão três modelos de cobrança: consumo, no qual os clientes pagam pelo que utilizam; assinatura, com periodicidade de cobrança fixa; e volume, que permite aos usuários integrarem o Azure em outros contratos que já tenham firmado com a Microsoft.
No modelo de consumo, a empresa vai cobrar 12 centavos de dólar por hora de uso da infraestrutura computacional; 15 centavos de dólar por gigabyte (GB) de armazenamento; e 1 centavo de dólar para cada 10 mil transações de dados (cada vez que o usuário adiciona, atualiza, lê ou apaga um dado, é contada uma transação).
Para o SQL Azure, banco de dados no modelo de nuvem, a Microsoft vai cobrar 9,99 dólares por uma versão web, com capacidade de até 1GB, e 99,99 dólares pela versão corporativa, com capacidade de até 10 GB.
Os valores para os outros modelos de cobrança serão divulgados no lançamento oficial da plataforma.
A empresa também vai oferecer um conjunto de ferramentas para o desenvolvimento de aplicações baseadas na arquitetura em nuvem, usando a linguagem .Net, com o preço de 15 centavos de dólar para um conjunto de 100 mil mensagens operacionais. O uso da banda terá o preço de 10 centavos de dólar por GB de dados adicionados, e 15 centavos de dólar por GB de informações recuperadas.
A partir de novembro, o produto estará disponível nos Estados Unidos, Europa, Austrália e Japão. No Brasil, a chegada está prevista para 2010, quando o sistema também será oferecido na Coréia do Sul, Malásia, Cingapura, Chile, Colômbia, México e no Leste Europeu.
Por IDG News Service/EUA
14 de julho de 2009 - 14h51
A Microsoft divulgou, durante conferência com desenvolvedores realizada nos Estados Unidos nesta terça-feira (14/7), os preços e mais detalhes sobre como vai vender o Windows Azure, plataforma voltada para infraestruturas de computação em nuvem que será lançada em Novembro.
Serão três modelos de cobrança: consumo, no qual os clientes pagam pelo que utilizam; assinatura, com periodicidade de cobrança fixa; e volume, que permite aos usuários integrarem o Azure em outros contratos que já tenham firmado com a Microsoft.
No modelo de consumo, a empresa vai cobrar 12 centavos de dólar por hora de uso da infraestrutura computacional; 15 centavos de dólar por gigabyte (GB) de armazenamento; e 1 centavo de dólar para cada 10 mil transações de dados (cada vez que o usuário adiciona, atualiza, lê ou apaga um dado, é contada uma transação).
Para o SQL Azure, banco de dados no modelo de nuvem, a Microsoft vai cobrar 9,99 dólares por uma versão web, com capacidade de até 1GB, e 99,99 dólares pela versão corporativa, com capacidade de até 10 GB.
Os valores para os outros modelos de cobrança serão divulgados no lançamento oficial da plataforma.
A empresa também vai oferecer um conjunto de ferramentas para o desenvolvimento de aplicações baseadas na arquitetura em nuvem, usando a linguagem .Net, com o preço de 15 centavos de dólar para um conjunto de 100 mil mensagens operacionais. O uso da banda terá o preço de 10 centavos de dólar por GB de dados adicionados, e 15 centavos de dólar por GB de informações recuperadas.
A partir de novembro, o produto estará disponível nos Estados Unidos, Europa, Austrália e Japão. No Brasil, a chegada está prevista para 2010, quando o sistema também será oferecido na Coréia do Sul, Malásia, Cingapura, Chile, Colômbia, México e no Leste Europeu.
terça-feira, 21 de julho de 2009
Microsoft libera 20 mil linhas de códigos para comunidade Linux
Empresa vai oferecer linhas para serem incorporadas ao núcleo do sistema operacional de código aberto.
Por IDG News Service
20 de julho de 2009 - 19h15
A Microsoft anunciou hoje (20/7), nos Estados Unidos, que vai tornar disponível 20 mil linhas de códigos de drivers (softwares que permitem ao sistema operacional usar as funcionalidades de determinado dispositivo, como uma câmera ou disco rígido externo) para a inclusão no núcleo (kernel) do Linux, sistema operacional de código aberto.
Os drivers, uma vez adicionados ao Linux, vão permitir que qualquer distribuição do sistema operacional aberto funcione de forma virtual em servidores com sistema Windows e Hyper-V, software para virtualização de servidores (hypervisor) da Microsoft. Os códigos serão oferecidos sob licença GPLv2 (general public license version 2, que permite a utilização livre do software, o acesso a seu código fonte e a obrigatoriedade de manter aberta qualquer versão feita a partir de um sistema com este tipo de licença).
Segundo a Microsoft, a iniciativa vai deixar o Windows mais aberto e ajudar a empresa a ter uma oferta consistente de ferramentas para gerenciamento e suporte de ambientes virtualizados. De acordo com o diretor para estratégias de plataformas da Microsoft, Sam Ramji, as comunidades Linux e Microsoft estão caminhando juntas. “É um benefício para nossos clientes”, afirma.
A comunidade Linux, diz o executivo, construiu uma plataforma usada por muitos clientes da Microsoft. “Nossa estratégia é melhorar a interoperabilidade entre nossas plataformas e quantas tecnologias abertas nossos clientes desejam usar, o que inclui o Linux”.
Outro motivo para a abertura do código é a crise econômica mundial. Segundo Ramji, muitas empresas estão procurando a Microsoft na tentativa de criar ambientes de tecnologia mais heterogêneos. “Nós entendemos que reduzir a complexidade é reduzir custos. A interoperabilidade ajuda no crescimento dos negócios”, afirma o executivo.
Por IDG News Service
20 de julho de 2009 - 19h15
A Microsoft anunciou hoje (20/7), nos Estados Unidos, que vai tornar disponível 20 mil linhas de códigos de drivers (softwares que permitem ao sistema operacional usar as funcionalidades de determinado dispositivo, como uma câmera ou disco rígido externo) para a inclusão no núcleo (kernel) do Linux, sistema operacional de código aberto.
Os drivers, uma vez adicionados ao Linux, vão permitir que qualquer distribuição do sistema operacional aberto funcione de forma virtual em servidores com sistema Windows e Hyper-V, software para virtualização de servidores (hypervisor) da Microsoft. Os códigos serão oferecidos sob licença GPLv2 (general public license version 2, que permite a utilização livre do software, o acesso a seu código fonte e a obrigatoriedade de manter aberta qualquer versão feita a partir de um sistema com este tipo de licença).
Segundo a Microsoft, a iniciativa vai deixar o Windows mais aberto e ajudar a empresa a ter uma oferta consistente de ferramentas para gerenciamento e suporte de ambientes virtualizados. De acordo com o diretor para estratégias de plataformas da Microsoft, Sam Ramji, as comunidades Linux e Microsoft estão caminhando juntas. “É um benefício para nossos clientes”, afirma.
A comunidade Linux, diz o executivo, construiu uma plataforma usada por muitos clientes da Microsoft. “Nossa estratégia é melhorar a interoperabilidade entre nossas plataformas e quantas tecnologias abertas nossos clientes desejam usar, o que inclui o Linux”.
Outro motivo para a abertura do código é a crise econômica mundial. Segundo Ramji, muitas empresas estão procurando a Microsoft na tentativa de criar ambientes de tecnologia mais heterogêneos. “Nós entendemos que reduzir a complexidade é reduzir custos. A interoperabilidade ajuda no crescimento dos negócios”, afirma o executivo.
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