terça-feira, 13 de abril de 2010
Uso da TI pode reduzir em 27% emissões de CO² do Brasil
Por Redação CIO Brasil
12 de abril de 2010 - 14h18
O uso da tecnologia da informação e comunicação pelas empresas pode permitir que o Brasil reduza em aproximadamente 27% a quantidade de emissões de CO² (gás carbônico) no meio ambiente até 2020 – se comparado a 2006. A constatação faz parte de um relatório da consultoria IDC, intitulado ICT Sustainability Index (Índice de Sustentabilidade de TIC).
Para elaborar o documento, a IDC analisou o potencial de 17 tecnologias para reduzir as emissões de gases que contribuem para o efeito estufa nas nações do G20 (grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo), em quatro verticais da economia: geração e distribuição de energia, transportes, indústria e construção.
O Brasil aparece no terceiro lugar do ranking dos países que devem obter maior redução de emissões anuais de CO² graças ao uso de TI. Em primeiro e segundo lugar, respectivamente, aparecem Japão e Estados Unidos e o País divide o terceiro posto com França, Alemanha e Reino Unido.
Para o diretor da consultoria IDC Brasil, Roberto Gutierrez, o bom desempenho do mercado brasileiro no ranking deve-se ao fato de que o País deve atrair uma série de investimentos nos próximos anos, dos quais, boa parte deve ser relacionada a iniciativas sustentáveis. O que, segundo o especialista, tende a envolver tecnologias que otimizem o uso de energia.
Destaque para transporte e indústria
No Brasil, o setor de transporte é apontado como um dos com mais potencial para redução na emissão de gases estufa. O relatório aponta que a melhoria da logística e da cadeia de suprimento podem contribuir com uma diminuição de 37%.
Além da área de transportes, a IDC aponta que a indústria destaca-se como outro segmento com alto potencial de redução das emissões de CO². Entre as soluções que mais devem contribuir com o índice, a consultoria afirma que o emprego de controladores inteligentes de motor pode representar uma redução de 14%, seguido por melhorias na automação dos processos industriais (6%) e impressão digital comercial (2%).
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Crise estimula empresas a investirem mais em TI, revela pesquisa
Por Redação da Computerworld
18 de janeiro de 2010 - 18h23
A tecnologia da informação ganhou mais importância dentro das empresas com a crise econômica e deverá receber mais investimentos em 2010 para reduzir custos operacionais. A constatação vem de um estudo realizado pela Accenture com a Economist Inteligence Unit (EIU), envolvendo 550 executivos. Entre estes, a maioria, ou 72%, disseram que esta área está mais valorizada em suas corporações e 61% esperam que o orçamento para o setor aumente.
A pesquisa abordou executivos de diversas indústrias nos Estados Unidos, Reino Unido, Irlanda, Alemanha, França, Espanha e Itália. O objetivo era medir a mudança de atitude em relação aos investimentos de TI e saber qual a resposta das companhias para crise financeira mundial.
De acordo com o levantamento, os executivos que não são de TI estão mais propensos em investir em tecnologia do que aqueles responsáveis pelo segmento nas companhias. Entre os entrevistados, 61% esperam um aumento nos investimentos (entre os profissionais de TI, 47% esperam um aumento seletivo e 10% num aumento geral nos gastos).
A redução e controle dos custos continuam a ser um fator chave para as decisões de investimentos e os entrevistados identificaram três medidas que são efetivas para alcançar esse objetivo. Uma delas é garantir a estabilidade e relevância para os negócios dos requerimentos do projeto. A outra é a substituição ou racionalização dos sistemas existentes. A terceira é o movimento das plataformas abertas.
A grande maioria dos executivos (81%) revelou que atualmente está sob pressão para entregar projetos mais flexíveis.
Prioridades e métricas
Entre as prioridades de projetos para esse ano a principal é a necessidade de virtualização e consolidação dos servidores. Os gerentes de negócios (44%) acreditam que a virtualização é tão importante como as interações com os clientes e serviços. Os gerentes de TI esperam um investimento significativo para o e-business (32%) e projetos de SOA (31%).
Cerca de três quartos dos executivos utilizam métricas financeiras, de produtividade ou progresso para medir a performance e os benefícios dos investimentos em tecnologia.
Adicionalmente, 27% dos executivos de TI agora usam uma metodologia específica ou estrutura de governança para analisar os impactos para os negócios dos seus investimentos. Entretanto, em metade dos casos estudados, as métricas estão ainda apenas parcialmente implementadas.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Estudo revela que gestão de TI está mais complexa
Por CIO/EUA
10 de dezembro de 2009 - 18h16
Ninguém disse que gerenciar os sistemas corporativos de TI é uma tarefa fácil. No entanto, com base nos últimos dez anos, quando muitas tecnologias surgiram, seria razoável afirmar que a gestão tecnológica das empresas tenderia a tornar-se menos árdua e complexa. Aí que as pessoas se enganam.
Conforme 2010 se aproxima e o mercado de tecnologia contabiliza milhares de lançamentos durante a década que passou, a verdade aparece: o gerenciamento dos ambientes de TI está infinitamente mais complicado do que há alguns anos, quando os CIOs estavam preocupados com o bug do milênio.
Os resultados de uma pesquisa realizada com 353 decisores de TI pela Technology Services Industry Association - entidade norte-americana que reúne os fornecedores de serviços - confirma essa perspectiva.
Dois terços dos profissionais ouvidos para o estudo afirmam que, na medida em que o ambiente corporativo de TI está mais complexo do que há cinco anos, é mais difícil implementar projetos de software de forma ágil e eficiente. Eles atribuem esse cenário à proliferação de tecnologias no mercado e à criação de dinâmicas burocráticas de aprovação de projetos nas empresas.
Cerca de 53% dos participantes também assumiram que menos da metade dos usuários que deveria acessar o software consegue fazer isso de forma adequada. Isso faz com que as empresas não consigam atingir todos os benefícios como redução de custos, aumento de receita, diferenciação competitiva, entre outros, que são os principais motivos pelos quais os investimentos em software acontecem.
Quase 60% dos compradores de software que responderam à pesquisa disseram que o CEO ainda responsabiliza o departamento de tecnologia por toda falha relacionada aos sistemas ou dados corporativos. Isso porque a maioria das companhias quer poder contar com um fluxo de dados sempre disponível e ágil sem investir o necesário. Gerenciar informações é uma tarefa extremamente complexa e que implica no investimento em software.
Entretanto, os membros do C-level não entendem que, por mais complexa que seja, a TI é um elemento estratégico das empresas atualmente e, para gerar resultados positivos, necessita de um orçamento à altura de suas responsabilidades. Ainda mais se levado em conta previsão da consultoria Gartner que indica que o volume de dados corporativos deve aumentar 650% nos próximos cinco anos.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
As 5 melhores tecnologias corporativas da década
Por IDG News Service
05 de dezembro de 2009 - 07h00
Em termos de evolução das tecnologias corporativas, a década de 2000 não foi tão bem quanto as anteriores. Ainda assim, a mudança dos clientes-servidores para a web, dos proprietários e caros para abertos e comodatários foram transições incríveis.
Observando o impacto do desenvolvimento da Tecnologia da Informação nessa década, não é muito difícil escolher cinco melhores tecnologias corporativas. É importante lembrar que elas não foram inventadas durante a década, mas todas só ganharam espaço no mercado durante esse período.
- Linux
- XML
- Virtualização de servidores
- Aplicações ricas para a internet
- Área de armazenamento em rede
terça-feira, 23 de junho de 2009
orçamento mundial de segurança cresce 18,6%
Por Redação do COMPUTERWORLD
De acordo com informações do Gartner, a receita do mercado mundial de softwares para segurança totalizou 13,5 bilhões de dólares em 2008, um aumento de 18,6% em relação à receita de 2007, que foi de 11,4 bilhões.
Segundo os analistas da organização, houve um grande aumento da demanda de produtos baseados em equipamentos, especificamente dentro de segmentos como segurança de e-mail e de portas de comunicação web.
Globalmente, privacidade e segurança de dados, junto com a necessidade de proteger a infraestrutura de tecnologia da informação dos ataques direcionados, estão entre os principais motores do crescimento apontado. Levando em consideração somente a América do Norte e o Oeste Europeu, conformidade esteve entre os principais drivers.
O mercado para os provedores mostra dinamismo, uma vez que a participação dos cinco principais fornecedores mostra queda em comparação dos os players menores do mercado. A líder Symantec tinha 24,4% do mercado em 2007 e viu o número cair para 22% em 2008. As empresas fora das 5 maiores detiveram 48% do mercado em 2007 e o número aumentou para 51% em 2008.
Para 2009, o Gartner prevê que o mercado de software para segurança mostre sinais de desaceleração, mas manterá o crescimento, que deverá ficar em torno de 9%.quarta-feira, 10 de junho de 2009
Redes sociais impulsionam a inovação das empresas
A Atos Origin anuncia a segunda edição do Look Out para destacar o papel vital da tecnologia para ajudar empresas a aumentar receitas, trabalhar com sucesso com clientes e parceiros e conquistar novas oportunidades de negócios. Foi constatado que o uso de tecnologias colaborativas como redes sociais serve para impulsionar a inovação, pois agrega, atualiza e compartilha de modo online, as informações entre equipes globais.
“As organizações dos setores públicos e privados precisam ser transparentes para reconstruir a confiança pública”, diz Han van der Zee, editor-chefe do estudo. “Elas precisam deixar as informações mais acessíveis e permitir a contribuição de pontos de vistas por diferentes canais, incluindo blogs e redes sociais. Elas também precisam demonstrar que querem construir um relacionamento genuíno com seus clientes, ouvindo as informações compartilhadas com eles e tomando as atitudes certas”.
Foi comprovado que a maioria das empresas não explora de maneira eficaz seu conhecimento. O uso mais amplo de tecnologias de colaboração pode ajudar organizações a tirar partido das informações e experiência existentes para inovar e construir novos modelos de negócios. “As empresas que continuam a prosperar na recessão por meio da adoção de práticas inovadoras estão ganhando uma vantagem competitiva significativa”, diz Dominique Rérat, vice-presidente sênior de inovação e desenvolvimento de negócios.
Sobre a recessão econômica, o relatório confirma que o meio ambiente ainda permanece no topo da agenda pública e corporativa. Com emissões de carbono e sustentabilidade se tornando tópicos ainda mais importantes, as empresas que empregam tecnologia e práticas verdes ajudarão a reduzir o uso de energia e o desperdício, além de viabilizar a colaboração e gerarão de novos mercados potenciais.
Pesquisa: fatores decisivos para a compra de produtos e serviços
Por Thomas Wailgum, CIO/EUA
10 de junho de 2009 - 09h11
Baseados na necessidade de reduzir custos e aumentar a produtividade operacional, os gestores TI das organizações estão em busca de fornecedores que, além de produtos, possam oferecer diferentes alternativas de serviço, opções que tragam valor ao negócio e estabilidade de atendimento e preço. Esta é a principal conclusão de um estudo realizado pela empresa de pesquisas Forrester Research e que consultou 700 executivos de todo o mundo, nos últimos seis meses.
O levantamento aponta que, por conta da concentração das ofertas de soluções nas mãos de poucos fornecedores - por conta de fusões e aquisições ocorridas nos últimos anos -, os clientes passaram a priorizar contratos com empresas capazes de integrar seus produtos/serviços às soluções já existentes.
“Clientes preferem os players mais flexíveis, que incorporam suas ferramentas ao ‘pacote’, atuam por meio de ofertas de software como serviço e de outsourcing dos processos de negócio”, explica Ray Wang, vice-presidente de análise e pesquisa da Forrester Research.
Além disso, o estudo também mostra que, com a obrigação reduzir custos, os gestores de TI estão agindo com mais cautela no momento de fechar contratos com fornecedores e aceitar as taxas de manutenção e de suporte estipuladas nos contratos.
Wang afirma que, atualmente as taxas cobradas pelos fornecedores têm sido questionadas pelos gestores de TI, “os quais passaram a exigir que o montante pago seja proporcional aos investimentos feitos pelo provedor em inovação, melhoria de serviços e agilidade de suporte”, detalha o especialista.
Já em relação à estabilidade, as garantias oferecidas pelos provedores de serviços ou de soluções têm se tornado fator determinante para a escolha do parceiro de negócios. Antes de selar um acordo, os clientes precisam de documentos que expressem de que maneiras a companhia contratada garante o nível de atendimento e os preços determinados até o término do contrato.
Por que pequenas empresas investem pouco em segurança?
Por Rodrigo Afonso, repórter do COMPUTERWORLD
09 de junho de 2009 - 18h37
30% das pequenas e médias empresas (PMEs) brasileiras não usam antivírus; 47% delas não contam com ferramentas de segurança na máquina dos seus usuários e 42% não implantam ferramentas de backup e de restauração de desktops, de acordo com uma pesquisa realizada por encomenda da empresa de segurança Symantec. Mas por que os negócios de pequeno e médio porte parecem adotar tão pouco soluções de segurança?
Fernando Meirelles, professor titular e fundador do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Fundação Getúlio Vargas, compara as empresas desse porte, sobretudo as pequenas, a usuários domésticos de informática.
“Boa parte dos computadores residenciais navegam sem qualquer proteção. As pessoas só entendem a necessidade da proteção contra riscos de segurança quando passam por alguma grande perda. É natural que boa parte das pequenas ainda não pense muito em segurança”, opina.
Outros motivos, dizem os especialistas, são o fato de segurança ser um investimento que não gera receita; o risco proporcionalmente menor com o qual convivem as companhias de pequeno porte e a falta de enfoque dos fornecedores de segurança nas PMEs.
Marcus Moraes, vice-presidente da Arcon, empresa de soluções para continuidade de negócios, acrescenta que os números são resultado de desinformação das companhias sobre as soluções adequadas de segurança, mas também falta adequação dos produtos para empresas desse porte. “Até existem ferramentas gratuitas, mas elas não têm todas as funcionalidades requeridas e exigem uma equipe de administração com a qual essas companhias não contam”, diz.
Para o pequeno empresário que se sensibiliza com a questão de segurança, mas não tem equipe adequada para tratar a questão, resta a alternativa de refletir sobre o quadro da organização, analisar o real problema, os riscos aos quais a companhia está exposta e definir quanto pode ser gasto com a solução.
Segundo Moraes, o empresário deve se perguntar quais serão os reais prejuízos se o servidor quebrar, se o computador for roubado; os riscos que tais equipamentos sofrem e se vale a pena fazer o investimento. “É como o seguro de qualquer objeto: você paga para ter a certeza de sua disponibilidade”.
Feita esta análise, o empresário tem mais subsídio para traçar um bom plano de segurança para sua organização. A partir daí, ele tem duas opções: encontrar um profissional dentro da empresa que possa colocar o plano em prática ou contratar uma consultoria de segurança. O orçamento pode ser uma barreira em ambos os casos e é por isso que é preciso avaliar bem o quanto o risco justifica o investimento.
Para Marcus Moraes, uma das principais tendências do setor é o preenchimento desta lacuna por parte de empresas de telecomunicações, que além de conquistarem uma receita adicional com os clientes empresariais, evitam que sua própria rede tenha problemas causados por tráfego inseguro.
Fernando Meirelles acredita que as empresas que contam com menos recursos deve ter um foco maior em processos do que em ferramentas. É importante, por exemplo, implantar a cultura de realizar backups diários, mostrar a todos quais são as boas práticas para manter um ambiente seguro, como não abrir e-mails inadequados, entre outras coisas.
“Aliado à adoção de ferramentas mais simples e intuitivas, que não são tão custosas e podem ser adquiridas facilmente pela internet, o foco em processos pode colaborar para reduzir significativamente os riscos aos quais as pequenas organizações estão expostas”, conclui Meirelles.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Profissionais de tecnologia preferem manter XP a migrar para o Windows 7
Por COMPUTERWORLD/EUA
O Windows 7 nem foi lançado comercialmente e já é um sistema operacional bastante badalado, bem diferente do Vista, que foi mal avaliado, sobretudo no mercado corporativo.
Apesar disso, uma pesquisa do Dimensional Research mostra que os administradores de tecnologia da informação estão mais propensos a ficar com o XP a fazer a migração imediata. É o que indicam os 72% dos profissionais que responderam que estão mais preocupados com o custo e o trabalho de migrar para o Windows 7 do que conviver com o peso de dar suporte a um sistema de 8 anos de idade.
Segundo Diane Hagglund, analista sênior da Dimensional e autora da pesquisa, “o resultado ilustra uma resistência à mudança histórica dos consumidores de TI, mas mostra também que o XP conquistou os administradores de redes corporativas como nenhum outro sistema”.
A pesquisa indica ainda que as empresas confiam mais no XP do que em qualquer outro sistema operacional, apesar de a Microsoft ter anunciado que o suporte ao sistema passa a ser mais limitado. No levantamento, 97% dos profissionais disseram que suas empresas utilizam XP. O Windows Vista, seu sucessor, é utilizado em somente 40% das companhias. O Linux roda em 32% das empresas e o Mac OS X está presente em 28% das corporações.
Outro ponto que a pesquisa confirma é a desconfiança em relação ao Windows Vista. Dentre os pesquisados, 83% disseram que migrariam do Windows XP diretamente para o Windows 7. No entanto, somente 17% dos profissionais disseram que pretendem migrar já em 2010.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Pesquisa mostra que uso da tecnologia reduz riscos de complicações em hospitais
Por COMPUTERWORLD/EUA
02 de fevereiro de 2009 - 16h50
A adoção de tecnologias que ajudam médicos e enfermeiras a automatizar suas tarefas pode ser a diferença entre a vida e a morte de seus pacientes. É o que aponta um recente estudo realizado com mais de 167 mil pessoas em 41 hospitais dos Estados Unidos.
Segundo a pesquisa, publicada na semana passada no jornal especializado em assuntos médicos Archives of Internal Medicine, hospitais com notas, registros de entrada e suporte para decisões clínicas automatizados enfrentam menos complicações, taxas de mortalidade menores e, ainda, custos reduzidos, em comparação com estabelecimentos onde o papel é mais utilizado. O estudo é de autoria do Dr. Ruben Amarasinghan, professor assistente do Southwestern Medical Centar, na Universidade do Texas.
Comparando os índices de mortalidade, complicações médicas, períodos de internação e custos, Amarasinghan concluiu que hospitais com níveis de automação mais elevados economizaram 1, 7 mil dólar por paciente em procedimentos como a cirurgias para colocação de pontes de safena.
A pesquisa considerou quatro condições médicas comuns — ataques cardíacos, cirurgia para colocação de pontes de safena, pneumonia e insuficiência cardíaca — e como a tecnologia foi usada pra automatizar o tratamento. Uma ferramenta de análise foi usada para medir a automação em áreas em que, normalmente, são usados formulários em papel, como registros dos pacientes e resultados de exames. Médicos também foram questionados sobre a eficiência e a facilidade de uso dos sistemas.
Para medir o nível tecnológico, foi usada uma escala de 100 pontos. Um incremento de 10 pontos na escala mostrou uma diminuição de 15% nas mortes, de acordo com a pesquisa. Hospitais com este nível de adoção tecnológica apresentaram taxa de mortalidade de 1,4%, contra 1,9% dos hospitais com nível zero. “Os números sugerem que para cada grupo de mil pacientes, menos de cinco faleceram em hospitais com mais automação”, afirma o estudo.
Sistemas de registros de entradas de pacientes automatizados geraram uma queda de 9% nos riscos de ataques cardíacos e de 55% na necessidade de cirurgias para colocação de pontes de safena. Ao mesmo tempo, sistemas desenvolvidos para ajudar na tomada de decisão por médicos e enfermeiras diminuíram em 16% as complicações médicas.