segunda-feira, 30 de março de 2009

Malware sequestra arquivos de internautas e pede resgate em dinheiro

Framingam - Programa malicioso impede que arquivos do Word e do Adobe Reader sejam abertos e bloqueia acesso à pasta “Meus Documentos”

Por Computerworld/EUA

27 de março de 2009 - 15h31

Os crackers não param de pensar em maneiras de tirar dinheiro dos internautas mais desavisados. A nova modalidade agora consiste em sequestrar os arquivos pessoais do usuário e pedir um resgate para liberar os arquivos.

O golpe funciona da seguinte maneira: os crackers distribuem um malware que se passa por uma atualização de programa. Uma vez instalado, o programa trava o acesso a arquivos com extensão “.doc” (do Word), “.pdf” (Adobe Reader) e impede o acesso à pasta “Meus Documentos”.

Ao tentar abrir um desses arquivos, o usuário recebe um alerta dizendo que um utilitário chamado FileFix 2009 precisa ser instalado para poder acessar os arquivos novamente. A mensagem diz: “Windows detectou que alguns de seus arquivos do MS Office e de mídia estão corrompidos. Clique aqui para fazer o donwload e instalar a aplicação para reparar os arquivos.”

O programa, porém, só destrava um arquivo gratuitamente. Para restaurar os outros, é preciso comprar o programa FileFix Pro, que custa 50 dólares.

Por sorte, os internautas que caíram no golpe não precisam se preocupar em pagar o “resgate”, já que algumas companhias desenvolveram ferramentas para “libertar” os arquivos gratuitamente. A Bleeping Computer criou o “Anti File Fix”, enquanto a FireEye criou uma ferramenta que também permite resgatar os arquivos gratuitamente.

Apesar de considerar fácil “resgatar” os arquivos sequestrados, Alex Lanstein, pesquisador da FireEye, considera a novidade “como algo muito ruim para o futuro da internet”. Os próximos malwares, disse, podem não ser tão simples quanto o FileFix.

sábado, 28 de março de 2009

Minas Gerais adota certificação digital na venda de carros

sexta-feira, 27 de março de 2009, 16h20 - TI Inside

No estado de Minas Gerais, o cidadão que vender seu veículo e quiser evitar ser responsabilizado por eventuais infrações cometidas pelo comprador, até regularizar a documentação no Detran, pode solicitar o serviço Comunicação de Venda de Veículo (Comven) – documento que registra e oficializa a transação no exato momento da venda de um veículo. Esse serviço é prestado por 47 cartórios do Estado e agiliza a comunicação de venda do veículo ao Denatran, possibilitando também a redução do tempo para a realização da vistoria e a transferência definitiva do veículo.

Segundo o diretor sócio do Comven, José Martins, a garantia de autenticidade da transação é dada por meio da fé pública dos cartórios e pelo uso da certificação digital. “O certificado padrão ICP-Brasil é utilizado pelo tabelião para acessar o Sistema Comven e assim realizar a comunicação de venda na base de dados do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam).” De acordo com ele, a certificação permite a obtenção de vantagens, como a capilaridade da internet, a velocidade da transação em tempo real, a facilidade de treinamento dos prestadores do serviço, a segurança total, a comodidade para o cidadão e o baixo custo operacional.

Entendendo o processo

De acordo com o artigo 134 do Código de Trânsito Brasileiro, o proprietário antigo deve comunicar a venda do veículo ao Detran no máximo em 30 dias para que a documentação seja regularizada. Durante esse período, as infrações eventualmente cometidas pelo novo proprietário serão de responsabilidade civil, administrativa e criminal do vendedor.

Para evitar problemas decorrentes dessa situação, basta o usuário ir a qualquer cartório de notas, que faça parte da Rede de Atendimento, e, ao mesmo tempo que reconhece a firma no certificado de registro do veículo – CRV, solicita o registro no Comven.

O sistema vai tornar mais ágil a comunicação de venda do veículo de forma segura e em tempo real, eliminando a necessidade de fazer a Comunicação de Venda do Veículo posteriormente nos postos do Detran, além de melhorar o serviço prestado ao cidadão, o vendedor se resguarda de acusações injustas, bastando apresentar o Documento de Comunicação de Venda para evitar qualquer prejuízo.

Benefícios para os estados

Segundo Martins, para os estados há vários benefícios como, por exemplo, a eliminação da atribuição equivocada de pontos nas carteiras de habilitação; diminuição dos envios equivocados de cobrança de multas e IPVAs; aumento e antecipação da arrecadação do IPVA; diminuição dos lançamento de débitos na Dívida Ativa do Estado; redução dos custos jurídicos; agilização do processo de transferência de veículos nos postos de Detran; e aumento e antecipação da arrecadação das multas de trânsito.

O diretor também informou que está em negociação com o Detran a ampliação desse serviço para outros estados, como Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Tocantins, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, etc. “A proposta é que os demais estados tenham o serviço disponível até meados de 2010”, comentou.

Mercado de desktops virtuais atingirá US$ 66 bi em 2013, aponta Gartner

sexta-feira, 27 de março de 2009, 14h20 - TI Inside

O mercado de desktops virtuais vai crescer significativamente nos próximos cinco anos, devendo saltar de US$ 1,3 bilhão a US$ 1,5 bilhão neste ano para um faturamento de US$ 65,7 bilhões em 2013, segundo estudo do Gartner.

As vendas, que neste ano representarão cerca de 1% da receita total do mercado mundial de PCs profissionais (corporativos), devem passar a responder por cerca de 40% do faturamento em 2013.

De acordo com a consultoria, o mercado vai passar de cerca de 500 mil unidades de desktops virtuais neste ano para 49 mil em 2013. O Gartner estima que aproximadamente 15% do atual parque mundial de desktops profissionais irão migrar para a virtualização até 2014, o equivalente a cerca de 66 milhões de equipamentos.

A tendência, segundo a consultoria, é que, devido aos cortes nos orçamentos de TI por causa da crise financeira mundial, muitas das implantações de desktops virtuais neste ano serão adiadas para 2010 e 2011.

Segundo Brian Gammage, vice-presidente de pesquisa do Gartner, a adoção da hospedagem de desktops virtuais pelas empresas será acelerada durante os próximos três a cinco anos, especialmente em mercados maduros, onde os centros de dados e infraestruturas existentes serão utilizadas para compensar o custo das implantações dessa nova arquitetura.

"Os fabricantes de PCs devem se preparar para o crescimento da procura para esse tipo de arquitetura de computadores, adaptando estratégias de vendas e modelos de compensação. Caso contrário, perderam vendas", disse Annette Jump, diretora da pesquisa do Gartner.

sexta-feira, 27 de março de 2009

7 tendências tecnológicas para os próximos dois a cinco anos

São Paulo - Consultoria E-Consulting indica quais tecnologias serão relevantes para os negócios no futuro próximo.

Por Redação do COMPUTERWORLD

27 de março de 2009 - 08h22

A consultoria E-Consulting estabeleceu uma lista de sete tendências tecnológicas para os próximos dois a cinco anos.

>> Veja a lista de 2007

A lista busca prever quais tecnologias estarão em pauta em médio prazo. Ainda que elas possam ser, atualmente, "mercadologicamente imaturas ou comercialmente inviáveis, certamente serão aquelas que no prazo de dois a cinco anos impactarão radicalmente a forma como as empresas conduzem seus negócios”, ressalta a consultoria.

De acordo com a E-Consulting, dizer hoje que governança de Tecnologia da Informação, outsourcing, Web 2.0 ou TI como serviços serão destaques não traz um valor diferenciado para o CIO ou para o interessado/investidor em tecnologia. As 7 "hot trends" apontadas pela consultoria são:

1- Cloud Customization – A customização de aplicativos e funcionalidades interativas vai acontecer remotamente, segundo a consultoria, e será realizada pelo usuário. A E-Consulting chama isso de self-technologies.

2- Proactive Stakeholder Networks (redes proativas de partes interessadas) – Apoiado na evolução do conceito 2.0, o conceito defende que as diversas partes interessadas (stakeholders) das empresas vão se organizar em grupos, redes e comunidades de interesse, manifestando opinião e defesa de direitos, assumindo papel de protagonistas na gestão das empresas (de suas marcas e produtos). Isso valerá para as redes de clientes, colaboradores, acionistas, fornecedores, etc. Assim, caberá às corporações absorver essas redes integrando-as aos seus modelos de negócios.

3- Customized Application Frameworks (framework de aplicações customizadas) – A idéia está em maximizar o valor da estrutura de tecnologia existente, acelerando a oferta dos aplicativos e serviços de tecnologia para os usuários de forma prática e rápida. A existência de frameworks maduros deverá criar mercados importantes para plataformas de venda de serviços de software/sistemas pautados no aluguel destes frameworks, que serão customizados em função das necessidades dos diferentes clientes.

4- Enterteinment Content Components (componentes de conteúdo de entretenimento) – O mercado de conteúdo de entretenimento aumenta muito com o crescimento da convergência e da penetração do celular com maior capacidade de manipulação de dados, da TV Digital e de outros aparelhos integrados em plataforma digital. Assim, a componentização dos aplicativos de conteúdo e entretenimento gerará novos produtos em escala deste tipo de serviço, áreas de interesse de empresas como Nokia, Microsoft e Google

5- Multichannel IP Points (gestão multicanal) - A convergência nos canais digitais e da Web 2.0 e de suas integrações com os canais físicos (ex. lojas de varejo, agências bancárias, representantes comerciais, etc) vai obrigar as empresas a adotarem uma abordagem multicanal, com a revisão das dinâmicas dos modelos de interação com clientes e demais stakeholders.

Toda a arquitetura de canais da companhia deverá ser revisada com vistas à integração online, tanto de canais físicos como digitais. Neste momento, conceitos como single sign on, CRM analítico, visão única do cliente, clusterização de redes e comunidades (e não segmentação de clientes), etc, ganham espaço.

6- Open Remote Libraries (bibliotecas remotas de acesso qualificado) - O conhecimento em uma empresa ganha mais valor com a sua disseminação em grupos e comunidades capazes de tirar beneficio dele, além de agregar novas informações e disseminá-las. Assim, abre espaço para bibliotecas remotas de acesso qualificado que vão estruturar o conhecimento de maneira que possa ser compartilhado e agregado dentro da Internet, em comunidades abertas ou corporativas.

7- GAT (Gestão dos Ativos de TI) - O gestor de tecnologia tem o dever de comprovar o valor gerado e/ou protegido pela tecnologia (infraestrutura, sistemas, arquiteturas, plataformas, conhecimento, metodologias, modelos, gestão, etc) para empresa e para os acionistas. Desta forma, com o tratamento dos ativos intangíveis como ativos de valor (movimento iniciado pela revisão das prerrogativas da Governança Corporativa – fruto da pressão da atual crise econômica - e pelo advento de novos padrões contábeis), caberá ao CIO aprender a gerenciar os ativos tecnológicos como ativos corporativos, de fato.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Gartner: crise econômica incentiva o uso de BPM para reduzir custos

São Paulo - Segundo o instituto, o gerenciamento de processos de negócios pode gerar economias de até 20% para as empresas.

Por Redação do COMPUTERWORLD

19 de março de 2009 - 17h00

Segundo o Gartner, o uso de BPM (Business Process Management) pode promover economias de até 20% nos custos operacionais das empresas. Em um ano, de acordo com analistas, é possível recuperar o investimento.

“A crise econômica está promovendo o uso de BPM como um mecanismo de corte de custos. Cerca de um terço das companhias pesquisadas estão aumentando os investimentos na área”, afirmou Michele Cantara, vice-presidente de pesquisas da empresa.

O BPM deixa os processos de negócios visíveis para as áreas de negócios e de tecnologia, destacou Michele. “Isso permite que os departamentos trabalhem em conjunto, mudando processo mais rapidamente e com mais eficiência”, disse a vice-presidente.

“Quando as empresas estão em modo de “sobrevivência”, elas tendem a cortar totalmente financiamentos de projetos para cortar custos. Essa abordagem pode tirar dos trilhos alguns processos de negócios e, na prática, acabar fazendo a companhia gastar ainda mais dinheiro. Como o BPM traz maior visibilidade aos processos, ele ajuda a ter mais precisão no corte de gastos”, explica Michele.

A recomendação do Gartner é que as empresas usem o BPM para confrontar desafios de negócios e relações complexas. Enquanto a ferramenta é usada para descobrir formas significativas de reduzir despesas, caso as companhias não gerenciem corretamente o processo, o resultado pode ser um fracasso.

De acordo com analistas do instituto, o BPM não é diferente de outros esforços de gerenciamento. A tecnologia é apenas uma pequena parte do problema. Mudar o comportamento das pessoas é o maior desafio. “Algumas organizações focam os debates em quem deve liderar o processo e como defini-los. Mas existem empresas que entendem como o BPM pode sustentar melhorias contínuas. Estas companhias são capazes de lidar com os problemas de começar a usar as ferramentas, com as mudanças organizacionais e com o uso de tecnologias apropriadas”, define Michele.

Data center verde garante ao INPE redução de 17% nos gastos com energia

São Paulo - Gerando economia de 35 mil reais mensais, projeto terá investimento recuperado em 21 meses.

Por Fabiana Monte, editora-assistente do Computerworld

23 de março de 2009 - 17h54

O clima do planeta é o principal afetado pelas emissões de carbono e pela falta de políticas de desenvolvimento sustentável. No Brasil, o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), acompanha de perto as variações climáticas no território brasileiro.

Para analisar e ajudar a prevenir inundações e secas, o CPTEC conta com supercomputadores vetoriais SX-6 e SX-4, capazes de processar até 768 bilhões e 16 bilhões de operações aritméticas por segundo, respectivamente.
Há também um cluster com 1.110 processadores que executa até 5,7 trilhões de operações aritméticas por segundo. Com tanto poder de processamento, a refrigeração do data center do centro começou a ficar ineficiente. Embora houvesse potência, o sistema não oferecia a refrigeração esperada.

Em 2007 o CPTEC deu início a um projeto para criar um data center verde com sistema de refrigeração inteligente. Contratou uma empresa de engenharia, a Conbras, e adquiriu equipamentos da Emerson Network, em um investimento de 736,8 mil reais concluído em meados do ano passado.

“Em 21 meses, obteremos o pay back. A economia mensal é de 35 mil reais a 37 mil reais (17% do valor total da conta de eletricidade). Após a instalação, no primeiro mês já obtivemos economia”, comemora Fabiano Azevedo, gerente de manutenção da Conbras. “Nossa expectativa era reduzir o consumo do data center em 5%, mas conseguimos diminuir em todo o prédio do INPE”, acrescenta.

O ar condicionado instalado no data center analisa a necessidade dos supercomputadores e trabalha de acordo com a demanda das máquinas, evitando operação além ou aquém do processamento.

Pesquisa: crise pode acelerar adoção do Linux nas empresas

São Paulo – Estudo global realizado pela IDC revela que mais da metade dos entrevistados planejam acelerar a adoção do Linux este ano.

Por Redação do COMPUTERWORLD

24 de março de 2009 - 07h11

A IDC concluiu na última semana um estudo global, realizado com o patrocínio da Novell, que revelou um aumento nas aquisições de Linux ocorridas em virtude da recessão econômica global. Quanto mais as empresas procuram cortar custos e agregar valor, mais são atraídas pela economia que o Linux pode oferecer.

Mais da metade dos executivos de TI pesquisados planejam acelerar a adoção do sistema operacional em 2009. Além disso, mais de 72% deles disseram que estão avaliando seriamente ou já decidiram aumentar a adoção do Linux no servidor em 2009, com mais de 68% reivindicando o mesmo para o desktop. O estudo foi feito com cerca de 300 executivos de TI de setores como manufatura, serviços financeiros, varejo e agências governamentais de todo o mundo.

A pesquisa revelou os principais fatores do crescente interesse em Linux. A principal razão que motivou os executivos a migrarem para Linux foi econômica e relacionada à redução contínua de custos de suporte. Como resultado, mais de 40% dos participantes da pesquisa disseram que planejam implantar fluxos de trabalho adicionais em Linux nos próximos 12 ou 24 meses e 49% indicaram que o Linux será sua principal plataforma nos próximos cinco anos. Notavelmente, entretanto, aqueles que continuam hesitantes em adotar Linux citaram falta de suporte de aplicação e fraca interoperabilidade com Windows e outros ambientes como sua principal preocupação.

Outras constatações da pesquisa:

- 67% dos pesquisados afirmaram que interoperabilidade e gerenciamento entre Linux e Windows são dois dos fatores mais importantes na escolha do sistema operacional.

- o setor de varejo mostrou o maior potencial de aceleração na adoção de Linux já que 63% dos pesquisados planejam um aumento no desktop e 69% consideram o mesmo no servidor. A área governamental ficou para trás.

- quase 50% dos pesquisados planejam acelerar a adoção de Linux no desktop, especialmente para funções de escritório básicas, usuários técnicos de estações de trabalho e educação superior/K-12.

- aproximadamente metade dos entrevistados afirmou que sua migração para a virtualização está acelerando suas adoções de Linux. 88% deles planejam avaliar, implantar ou aumentar a utilização do uso de software de virtualização no sistema operacional Linux nos próximos 12 ou 24 meses.

- do ponto de vista regional, Ásia e Pacífico são as que mais adotam Linux: 73% dos entrevistados disseram que gostariam de aumentar a implantação de Linux no servidor e 70% nos desktops. Nas Américas, 66% dos entrevistados afirmaram que estão avaliando ou já decidiram ampliar a adoção de Linux no desktop e 67% no servidor.

- a crise econômica teve seu maior impacto nas Américas, nos serviços financeiros e governo. Mais de 62% dos entrevistados disseram que seus orçamentos sofreram cortes ou que estão apenas investindo no que é necessário.

“A crise tende a acelerar o uso de tecnologias emergentes, aumentar a adoção de soluções eficientes e punir soluções que não apresentam custo competitivo”, afirmou Al Gillen, vice-presidente de software e sistema do IDC. “Esta pesquisa confirma que usuários de Linux o enxergam favoravelmente, e essa percepção coloca o Linux em uma posição competitiva para emergir dessa recessão como uma solução mais fortalecida”.

A pesquisa foi realizada em fevereiro de 2009. Foram entrevistados mais de 300 profissionais de TI que supervisionam as compras de Linux e outros sistemas operacionais para saber suas opiniões. Para participar, as organizações deveriam ter mais de 100 funcionários. Dentre os participantes, 55% tinham Linux como sistema de servidor em uso, 39% Unix e 97% Windows. Os pesquisados tinham os cargos de CIOs, vice-presidentes, diretores, gerentes, funcionários e consultores de TI. Os entrevistados foram pré-avaliados por analistas locais e responderam a pesquisa pela internet.

Um white paper da IDC com o resumo dos resultados da pesquisa pode ser acessado em www.novell.com/idc